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ARTE SORRINDO

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Falar sobre Sobre a dor: um efeito da resistência àquilo que é

 

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Sobre a dor: um efeito da resistência àquilo que é

 Hoje trago para a reflexão de meus amigos este interessante pensamento que encontrei  no blog de meu amigo Hélio (

http://helioaraujosilva.spaces.live.com/blog/cns!2AFC10F62F91F39B!13020.entry). Resumidamente, o autor defende que a dor é um "efeito da resistência àquilo que é". Eis o texto, e logo abaixo, a minha reflexão:

 

A voz do silêncio

 Dor: o efeito da resistência àquilo que “é”

Walter Barbosa,

SOCIEDADE TEOSÓFICA

            Aceitar as coisas “como elas são” é um dos argumentos fundamentais de Eckhart Tolle na obra “O poder do Agora” (Editora Sextante). Essa receita, que parece nos convidar ao imobilismo, é por sinal freqüentemente citada como uma das causas do estado de pobreza do povo indiano, não obstante lá se apresentar também um dos mais baixos índices de criminalidade. O teósofo C. Jinarajadasa aborda esse paradoxo em um de seus textos, ressaltando a profunda diferença entre o pensamento indiano e o ocidental, em face dos reveses da vida.

Marcado pela cultura hinduísta, o indiano típico não procura racionalizar a causa de seu desconforto, segundo Jinarajadasa. Diante de um resfriado, por exemplo, provavelmente não dirá, como faria um europeu ou americano: “Peguei esse resfriado porque tomei chuva ontem”. Para ele tudo é fruto do carma, de uma sucessão de causas e efeitos cujo início pode até se encontrar muito longe daquele momento específico. Em face disso, ele apenas aceitará em seu “agora” o fato de estar resfriado, ou seja, aquilo que “é”.

       O relato de Jinaradasa nos leva a pensar que, não tendo o indivíduo atentado para a provável causa do resfriado, será levado a repetir o problema. Mas, o que ocorre quando pensamos “saber” a causa de um problema e o repetimos sempre, como é bastante comum?

Primeiramente temos que ver o sentido daquilo que “é”, segundo Tolle, e isso corresponde ao fato que se encontra diante de nós. O que é um fato? Independentemente de julgamentos, é tudo o que nos rodeia, e também o que aparece como condição de nossos corpos neste momento: perturbação, doença ou fadiga. São ocorrências do mundo fenomênico, tratadas como a Grande Ilusão (Maya) na filosofia hindu, em virtude de sua impermanência.

Podemos negar a impermanência de tudo o que vivemos agora, seja em matéria de saúde, bens materiais ou relações afetivas? Tudo isso dentro em  pouco, ou no máximo alguns anos, vai mudar, vai passar, mas atuamos em nosso mundo de inconsciência como se fosse durar para sempre. Aí, nossa ânsia de prolongar o prazer (ou evitar a dor) nos faz correr atrás de qualquer mágica que possa apagar de nossa frente aquilo que “é”: a impermanência.

Apesar da impermanência de tudo, neste momento cada situação é um fato, incluindo nossos limites pessoais. E aí está um dos maiores problemas de convivência, ignorando nosso limite ou o limite alheio como um fato, dentro da natureza do agora: esperar dos outros mais do que podem nos dar, e até mais do que o nosso direito de pedir.

Ao nos sugerir a aceitação daquilo que “é”, Tolle não nega a validade de se tentar mudar, buscando, por exemplo, o remédio para uma doença. Ele diz “Aceite” e depois, se for o caso, “Aja”. Qual é o efeito disso? Quando você aceita a situação, agradável ou desagradável, apenas como um fato – e não como algo a que se agarrar (ou rejeitar) de imediato – deixa de fazer o eterno jogo da polaridade prazer-dor, repetindo os problemas. Aí surge à sua frente um outro fato: a escolha mais sábia e menos dolorosa possível, por nascer de seus canais espirituais, intuitivos, e não de sua mente, que é prisioneira da reatividade e do tempo.waltersbarbosa@yahoo.com.br 

Penso que a "aceitação daquilo que é" não prescinde necessariamente de uma racionalização. Realmente, trata-se de aceitar, reconhecer a causa e agir. Quantos de nós nos apegamos aos efeitos do "fato", potencializâmo-los e, por isso mesmo, sem que o analisemos sob a lúcida lâmpada da racionalidade, deixamos de perceber-lhe a impermanência, a circunstancialidade!

 

Nosso hedonismo nos impele a fugir da dor, a menosprezar experiências ruins, a ver-lhes só o lado negativo… Nossa memória logo cedo nos leva a rotular as experiências como agradáveis ou desagradáveis, implicando isso nas futuras reações de fuga ou aproximação. Com quanta facilidade nos lembramos de episódios tristes do passado… alguns mesmo se entristecem no agora recordando-se do quanto "eram felizes e não sabiam"…

 

Há, por certo, valor – até mesmo para a sobrevivência da espécie – nesse tipo de aprendizado; há porém uma inegável pobreza no conhecimento sobre o externo a nós. Tendemos a rotulagens toscas quando deixamos de perceber as gradações, as nuances que possuem os fatos.

 

Nossa busca pelo sólido, pelas demonstrações "palpáveis" de sentimento, posse, higidez nos dá a sensação de conforto momentâneo para que adiemos o confronto com a verdade contida na palavra "impermanência"… Os ocidentais têm muita dificuldade na assimilação dos conceitos filosóficos, particularmente dos orientais.

 

Paradoxalmente sabemos da impermanência de tudo que nos cerca (até da nossa própria) mas, seguimos todos à conta de imortais. Revezamos atitudes à nossa conveniência:  ora o conceito de Heráclito ("Tudo flui"), ora o de Parmênides ("O ser é") irá servir de sustentação de nossa circunstancial resiliência ocidental… Particularmente, nessa adaptação por vezes deturpada, o de Parmênides cairá bem nas posturas fatalistas, preconceituosas, resignadas, enquanto o de Heráclito irá nos fortificar nos revezes, em meio às dores e dificuldades meio à moda dos psicologismos típicos do American Way of Life…

 

Nós ocidentais não suportamos a dor! Armâmo-nos logo com um arsenal de medicamentos que a façam anestesiar. Rejeitamos, negamos  o que nos incomoda e só muito depois, pelo incômodo, o coercimento de suas consequências é que iremos encarar o fato em si.

É sabido que nossas respostas à dor são influenciadas por fatores culturais, psicossociais, biológicos… A analgesia pode ser alcançada tanto por um placebo, quanto pelo efeito de nossa resiliência. Porém, em alguns casos, não só resistimos "àquilo que é", como tentamos subverter sua natureza. Nós, ocidentais, tendemos nos revezes da vida a um determinismo que sempre desloca para o outro, para o externo a nós a causa de determinado problema que nos aflige. Nestas situações cegamos nossos olhos ao fato que se nos apresenta e emaranhâmo-nos todos ora numa potencialização destrutiva da dor, ora no conformismo dolente que a nada leva…

 

Temos muito a aprender com os orientais, aqui destacado o pensamento indiano. Sim, e eles conosco. Desse conhecimento mútuo, desse intercâmbio poderíamos entender, entre outras coisas, que a impermanência do que nos é dado não precisa ser sentida dolorosa; ao contrário, se assim a sentimos é porque não houve uma verdadeira assimilação do teor desta palavra. Por outro lado, nosso lado pragmático incita a uma reação eficaz no entendimento mais imediato do porquê da dor. Desta união entre o conforto da transitoriedade e a solução eficaz do problema todos teríamos a ganhar. Pensemos nisso. Obrigada, Hélio, por me permitir fazer esta reflexão para mim mesma.

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Falar sobre Um Feliz Natal para todos os meus amigos!

 

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Um Feliz Natal para todos os meus amigos!

 
Desejo a todos os meus amigos um Natal cheio de Paz e harmonia! Que o espírito natalino de amor e fraternidade ultrapasse as fronteiras dos lares e envolva todos os povos! Gloria in excelsis Deo et in terra pax hominibus! (Glória a Deus nas alturas e Paz na Terra aos homens de boa vontade)
 
BENEDICTUS
 
Benedictus qui venit  – Bendito é aquele que vem
In nomine Domini  – Em nome do Senhor
Hosanna in excelsis  – Hosana nas alturas   
 
 
SANCTUS
 
Sanctus, Sanctus, Sanctus  – Santo, Santo, Santo
Dominus, Deus Sabaoth  – Senhor Deus do Universo 
Pleni sunt caeli et terra gloria tua  – O Céu e a Terra proclamam Vossa glória
Hosanna in excelsis  – Hosana nas alturas
 
   
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PLANTA PERIGOSA – Difembaquia-camila

Especialmente para quem tem crianças em casa, esta notícia poderá interessar:

 Difembaquia-camila – Planta veneno; é um dos venenos mais poderosos da natureza…. 

 

 Em Espanha, as farmácias distribuiram desdobráveis com a descrição desta planta que sabia que era venenosa ou tóxica, mas não sabia que era tão fulminante.  


VIVIENDO CON EL ENEMIGO: DIFFEMBACCHIA CAMILA. URGENTE

 Saudação cordial:

 Nunca este meio foi tão necessário para enviar uma mensagem tão  urgente quanto esta, embora, por vezes, se possa pensar que existe alarmismo desnecessário.

Esta história é verdadeira e  passou-se com um familiar meu, na semana passada… 

 Peço que a divulguem….

 Esta planta tão linda que vemos na foto, chama-se difembaquia da variedade camila, que se comercializa como uma formosa planta decorativa,  de  aparência inofensiva. 

 Na realidade contém um dos venenos mais tóxicos e poderosos da natureza.

 O meu familiar, há quatro dias, estava a regar as plantas do seu escritório e, por un acto irreflectido,  levou à  boca, durante menos de um segundo, um pequeno pedaço de uma folha de uma difembaquia como a da foto. Imediatamente sentiu o ardor de uma queimadura… correu para o sanitário e, ao ver o seu rosto reflectido no espelho, ficou em pânico por constatar que estava a ficar totalmente roxo. A língua ficou bastante inchada…

 Um amigo que estava com ele, levou-o num táxi à Clínica Colombia de Sanitas…. O trajecto, de pouco mais ou menos meia hora, pareceu-lhe uma eternidade… aumentava-lhe a dificuldade em respirar  e a dor intensa que sentia nas vias respiratórias era insuportável.

 O amigo do meu familiar teve o cuidado de levar um pedaço da  planta para a clínica. Ao chegarem  atendieram-no de imediato e prestaram-lhe os primeros socorros  através de medicamentos à base de corticóides para atenuar a hiperactividade bronquial e recebeu oxigénio. Foi internado na Unidade de Cuidados Intensivos e os médicos temeram que pudesse não sobreviver a uma paragem cardíaca. Estiveram prestes a entubá-lo. Apesar da rápida assistência, os seus órgãos respiratórios internos sofreram  graves lesões… Um dos pulmões começou a colapsar, a parte interior das vias aéreas superiores encheu-se de chagas, a boca de aftas e a dor era tão intensa que nem a morfina o aliviava.

 Na UCI permaneceu até sábado.

Os médicos ficaram admirados por ele ter sobrevivido mais de dez minutos ao contacto com a venenosa planta…

Li algo sobre esta planta na internet e só uma página sobre plantas ornamentais indica, de maneira aproximada, qual é o seu nível de toxicidade, que é, na verdade, extremo…

Sabe-se que a seiva leitosa concentrada no talo e junto ao pecíolo da folha, é usada tradicionalmente por indígenas amazónicos para envenenar a ponta dos seus dardos de caça. O simples contacto da mão sobre os olhos após a sua manipulação, produz cegueira temporaria. Pode causar a morte de um bébé em pouco menos de dez segundos e normalmente asfixia uma pessoa em pouco menos de vinte minutos…. Nunca se deve manipular sem luvas de cabedal ou borracha e sempre com extrema precaução.

A informação disponivel na internet trivializa a sua potência letal… Como é tão popular, será conveniente que as pessoas conheçam as suas características naturais para que possam decidir se vale a pena tê-la como ornamento, quando um simples contacto casual, acidental ou provocado pode causar-nos a morte em poucos instantes.

Peço-vos para reenviarem esta mensagem a todos os vossos contactos; podemos salvar alguna vida e em todo o caso, advertimos do perigo da sua presença na nossa companhia.

 

 

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The Legend of Rainbow Bridge

 

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The Legend of Rainbow Bridge

  
 
 The Legend of Rainbow Bridge
 
Só deste lado do céu é um lugar chamado Rainbow Bridge.
Quando morre um animal que foi especial para uma pessoa aqui
na Terra, esse animal vai para Rainbow Bridge.
Há belos prados e colinas verdejantes existem para todos os nossos
Amigos especiais, POSSAM correr e brincar juntos.
Há sempre uma abundância dos seus alimentos favoritos para comer, uma abundância de
Primavera Água Fresca PARA ELES para beber, e cada dia é
cheio de sol para que os nossos amiguinhos São Tomé e quentes
Confortável.
Todos os animais de estimação que tinha estado doente ou idoso são restauradas para
Saúde e Juventude.
Aqueles que tinham Sido machucados ou aleijados estão inteiros
e fortes novamente, exatamente como nos Lembramos deles nos nossos sonhos
de tempos passados.
Os animais de estimação que nós amamos estão felizes e contentes, exceto por uma
pequena coisa.
Cada um perdeu alguém muito especial que foi deixado para trás.
Todos correm e brincam juntos, mas o um dia quando vem
deles subitamente pára e olha para as montanhas distantes.
É como se um ouviram enguias apito ou foi dado um sinal de
Algum tipo.
Seus olhos são brilhantes e intenção.
Seu corpo começa a tremer.
Tudo de uma vez que romper com o grupo, voando como um
Veados sobre a grama, as pernas pouco carregando-os mais rápidos
e mais rápido.
Você foi avistado, e quando você e sua especial
amigo finalmente se encontrarem, se abraçam e se agarram a eles na alegria
reunião, para nunca mais Serem separados novamente.
Happy beijos chuva em seu rosto.
Suas mãos novamente acariciar a cabeça amada.
Você olha mais uma vez nos olhos confiantes do seu animal de estimação assim
muito longe de sua vida, mas nunca saiu do seu coração.
Depois, com o seu amado animal de estimação ao seu lado, você Irá cruzar o
Juntas Rainbow Bridge.
Seu Sacred Circle agora está completo novamente.
 
A partir do livro, The Legend of Rainbow Bridge
por William N. Britton.
 
~ Uma das grandes Vantagens de passar para o outro lado depois da morte é que quando você está lá você pode literalmente ir aonde quiser, e isso inclui fazer visitas ao plano da Terra. E assim como nossos entes queridos que já morreram VELAM por nós ao longo do tempo, assim que nossos animais de estimação amados. ~ Sylvia Browne
 
 
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  Paz e Amor, Bebês de Lori LAMS
 
E, a propósito, eu ainda não pode deixar um comentário qualquer sobre o MSN Spaces. I STILL Receber o aviso, "nós somos incapazes de publicar o seu comentário neste momento. Por favor, tente novamente mais tarde." E isso vem acontecendo há cerca de um mês e meio. Meu site hospedeiro música tem Sido baixo e fora de serviço por cerca de assim tanto tempo, mas finalmente eu tenho que voltar hoje. YAY! Eu quero que você saiba que eu estive à espreita em torno da capa aqui no Live Space, mas não pode deixar comentários / grafite em seus espaços, por algum motivo desconhecido técnico.
 
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Feliz Dia dos Veteranos!
Obrigado.
 
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A CURA DO CANCRO

A Cura do Câncer!

 

       Um médico italiano descobriu algo simples que considera a causa do câncer. Inicialmente banido da comunidade médica italiana, foi aplaudido de pé na Associação Americana contra o Câncer quando apresentou sua terapia. O médico observou que todo paciente de câncer tem aftas. Isso já era sabido da comunidade médica, mas sempre foi tratada como uma infecção oportunista por fungos – Candida albicans.
       Esse médico achou muito estranho que todos os tipos de câncer tivessem essa característica, ou seja, vários são os tipos de tumores, mas tem em comum o aparecimento das famosas aftas no paciente. Então, pode estar ocorrendo o contrário – pensou ele. A causa do câncer  pode ser o fungo. E, para tratar esse fungo, usa-se o medicamento mais simples que a humanidade conhece: bicarbonato de sódio. Assim ele começou a tratar seus pacientes com bicarbonato de sódio, não apenas ingerível, mas metodicamente controlado sobre os tumores. Resultados surpreendentes começaram a acontecer. Tumores de pulmão, próstata e intestino desapareciam como num passe de mágica, junto com as Aftas.
        Desta forma, muitíssimos pacientes de câncer foram curados e hoje comprovam com seus exames os resultados altamente positivos do tratamento. Lá estão os métodos utilizados para aplicação do bicarbonato de sódio sobre os tumores. Quaisquer tumores podem ser curados com esse tratamento simples e barato. Parece brincadeira, né?
        Mas foi notícia nos EUA e nunca chegou por aqui. Bem que o livro de homeopatia recomenda tratar tumores com borax, que é o remédio homeopático para aftas. Afinal, uma boa notícia em meio a tantas ruins.
       De novo, a pergunta que não quer calar: por que a grande imprensa não dá a menor cobertura a isso? Nem na TV, nem nas rádios, nem nos grandes jornais… Absolutamente nada. Quem os proíbe de noticiar? O médico teve que construir um site, para divulgar o seu trabalho de curar o câncer (ou, pelo menos, várias das suas formas), usando apenas solução de bicarbonato de sódio a 20%. Imaginem! Bicarbonato de sódio, coisa que a gente encontra até no boteco da esquina.
 
No sitio principal, clicando-se nas bandeirinhas no alto da página, muda-se para o idioma desejado:           http://www.cancerfungus.com
 
Neste sitio tem o vídeo com legendas em português, onde o médico italiano mostra a evolução do tratamento até a completa cura em 4 casos:
 
 
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